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Archive for the ‘Planejamento’ Category

É uma dúvida comum entre os viajantes que se aventuram a cruzar as fronteiras do nosso país quando estão planejando e organizando a viagem. No entanto, resolver este problema não é um bicho de sete cabeças em virtude das inúmeras possibilidades disponíveis no mercado, que são: cartões de crédito, cartões pré-pagos, travellers checks e o próprio dinheiro em espécie.

Para ajudar na sua decisão vamos falar um pouco de cada uma das opções.

  • Dinheiro em espécie

Viajar apenas com Dinheiro vivo, não é muito seguro, apesar de ser a forma mais fácil de garantir o controle de seus gastos já que você sabe exatamente quanto tem em mãos. O ideal é levar um valor não muito alto e dividir em locais diferentes na sua bagagem, de forma a não guardar tudo em apenas um lugar, é uma forma de se prevenir em caso de algum incidente desagradável.

Verifique junto ao seu banco os pontos de caixas eletrônicos em outros países, veja quais estão no seu roteiro, as taxas para saques (que inclusive serão feitos em moeda local) e programe a passagem por estes pontos, diminuindo a necessidade de viajar com um volume grande de cédulas.

É bom ter uma quantia em dólar, pois é uma moeda aceita onde quer que esteja. Faça a troca por moeda local apenas em casas de câmbios, na própria aduana, ou bancos, nunca na rua, assim evita golpes e dores de cabeça.

IMPORTANTE: No momento da troca cambial é fundamental prestar atenção nos valores de cotação e taxas de IOF a serem cobrados, senão poderá sair com menos dinheiro do que deveria.

  • Cartão de Crédito

Nesse caso, entre em contato com as administradoras dos seus cartões e informe os países que irá cruzar e solicite a “habilitação” dos seus cartões para uso nesses países.

O cartão de crédito é prático, se você participa de programas de milhagem continuará acumulando normalmente seus pontos (eu prefiro viajar de moto, mas pode ser util para fazer um passeio com a esposa), é de certa forma e uma segurança a mais, para não ter que andar com muito dinheiro vivo. Se você esta acostumado a utilizá-lo, com certeza já está ciente das vantagens e desvantagens do mesmo. Vale lembrar que no caso do cartão a conversão cambial será feita no dia do fechamento da fatura e não no momento da compra.

IMPORTANTE: Ficar de olho no limite de crédito para não ficar na mão e saber que em muitas regiões de outros países não aceitam cartões de crédito, então, confiar somente nele é um risco.

  • Traveller Check (cheque de viagem)

O traveller check surgiu como uma opção para quem não queria usar cartão de crédito nem levar um bolo de dinheiro durante a viagem. Como funciona: você troca seu dinheiro por cheques, emitidos por um banco brasileiro em moeda estrangeira. Ao chegar no país de destino, você troca os cheques por dinheiro em casas de câmbio. Eles também podem ser usados para o pagamento de alguns serviços, como hotéis e restaurantes.

A parte vantajosa dos cheques de viagem é que eles não possuem data de validade e podem ser reembolsados pelo banco em caso de perda ou roubo. Por outro lado, eles não são a opção mais prática.

IMPORTANTE: nem todas as casas de câmbio aceitam, vale sair do país com uma relação de lugares que realizam a transação.

  • Cartões pré-pagos (VTM)

A opção mais nova para levar dinheiro em viagens são os cartões pré-pagos. O funcionamento é simples: antes de viajar, você carrega o cartão com o valor que quiser, para depositos em reais e necessário escolher a moeda de conversão: Dólar, Euro, Libra Esterlina ou Rand. Quando estiver viajando, pode usá-lo para pagamento direto ou para sacar dinheiro em caixas eletrônicos, sempre na moeda no país de destino.

No Brasil, o único tipo no mercado é o Visa Travel Money (VTM), que pode ser feito em algumas casas de câmbio e agências de viagem (confira a lista de bancos que emitem o cartão no site oficial da Visa).

Quem entende do assunto diz que as vantagens são muitas. “O cartão VTM é recarregável. Acabou o dinheiro, você carrega o cartão e em 24 horas você pode sacar ou usar como débito em vários estabelecimentos ao redor do mundo”.

A recarga do VTM é feita com base no câmbio do dia, o que permite que você saiba exatamente quanto tem de crédito. Não é preciso ter conta corrente para fazer um cartão pré-pago. Também não é preciso pagar nenhuma taxa de adesão ou anuidade. Apenas saques em caixas eletrônicos são cobrados – os valores são determinados por cada emissora e em geral não passam de U$ 2,5 dólares por saque.

Diante das opções acima, o que fazer?

Acredito que um bem bolado entre as opções seja interessante. Dinheiro vivo é sempre fundamental para pequenos gastos, cartão de crédito ou o cartão VTM para despesas maiores, lembrando que a vantagem do VTM para o cartão de crédito e que você está realizando um débito e não estará pagando IOF sob a transação, a mesma e feita apenas no momento de deposito/carga do cartão.

(Fontes: Turismo.ig.com.br, motonapanamericana, rockriders)

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acampamento em moto viagem.

Quando se pensa em longas viagens de moto uma das primeiras preocupações é com os custos de hospedagem, que podem chegar a um valor significativo dependendo das exigências do viajante. Em alguns casos, acredito que este item pode inclusive inviabilizar a viagem caso o custo seja muito elevado.

Também não estamos falando que é necessário dormir em barracas, em hotéis abandonados, aduanas ou postos de gasolina, mas se durante a aventura isso acontecer em virtude de um imprevisto ou porque deu vontade de montar acampamento em um local de paisagem deslumbrante, tudo é válido e depois vira história para os netos, filhos e amigos.

“Lendo relato de motociclistas que estão a tempos na estrada pelas rotas da América e outros países, vejo que é comum recostar em uma aduana, no posto de corpo de bombeiros da cidade, na casa de um amigo que acabou de conhecer no posto de gasolina e por aí vai, os motociclistas de viagem sabem bem do que estou falando.”

Um meio econômico para minimizar os custos de hospedagem e passar uma noite “mais tranqüila e confortável” nas viagens de moto é utilizar os “Hostels”. É uma rede de hotéis, mais conhecidos como albergues,

No Brasil a diária varia entre R$20,00 a R$45,00. O Brasil está entre os quinze países mais bem servidos deste meio de hospedagem em todo o mundo, sendo líder na América Latina.

Para viagens nos países do Cone Sul e muitos outros, as opções de “Hostels” também são disponíveis.

“Vale dizer que a hospedagem em “Hostels” é alternativa e válida apenas para aquelas pessoas com espírito de aventura, que curtem fazer novas amizades e não se importam em dividir sua acomodação com outros turistas, normalmente jovens.”

Para maiores informações vale a pena acessar os sites abaixo:

Lista de Hostels no Brasil

Lista de Hostels Internacionais

Pesquisar as opções de hospedagem, estar preparado para os imprevistos e ter a mente aberta para buscar boas alternativas em uma viagem de moto é sempre importante, então, fica aqui mais uma dica e o desejo de uma boa viagem a todos e que 2012 chegue logo.

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Na maioria das vezes não pensamos neste detalhe ao planejar uma viagem de moto, principalmente para quem esta acostumado a viajar apenas em território nacional, preocupamos apenas em estar com todas as taxas pagas e o documento em mãos. Quando você começa a planejar viagens que precisa ultrapassar as fronteiras de nossa pátria amada as coisas mudam de figura, precisamos saber como funcionam as leis em outros países para termos a tranqüilidade de ir e voltar sem uma surpresa desagradável no meio do caminho que te obrigue a pegar o caminho de casa prematuramente.

Se o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos) estiver em seu nome constando apenas a alienação do mesmo junto ao banco ou financeira não tem problema, visto que o veículo está em seu nome.

Caso conste no CRLV o nome de outra pessoa (física ou jurídica) é obrigatório levar junto com o CRLV uma autorização no nome do condutor. Nesta carta de autorização é necessário constar o período da viagem, com data de inicio e termino da mesma e em quais países você irá passar, pois, a carta terá validade somente dentro do período descrito e nos países informados na mesma. É fundamental a autenticação em cartório.

Para uma maior segurança é recomendado entrar com contato com o consulado dos países em que irá percorrer e legalizar este documento no mesmo. (Li relatos de motociclistas que não legalizaram o documento no consulado dos países e não tiveram problema, apenas a carta autenticada em cartório serviu, mas é importante lembrar que não estaremos em nosso país e estamos sujeitos as leis deles, então, quanto mais corretos estivermos melhor).

Mais informações podem ser obtidas

  1. Documentos para viajar pela Argentina e Chile no site www.viagemdemoto.com
  2. Documentos necessários para viagem moto pelo Cone Sul no site http://www.portalmotoatacama.com.br

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Outro documento que gera muita dúvida para quem pretende fazer uma viagem de moto em outros países é a Carteira Nacional de Habilitação – CNH. Afinal, o que vale lá fora? A Permissão Internacional para Dirigir – PID é obrigatória ou pode transitar usando só a CNH? E a CNH é válida lá fora? Para resumir o que entendemos, recomendamos que você leve ambos documentos: a PID e a CNH. Vamos tentar explicar por que.

A Permissão Internacional para Dirigir – PID é o documento necessário para o motorista ou motociclista brasileiro dirigir legalmente nos países que fazem parte do tratado de reciprocidade da Convenção de Viena (ver lista abaixo). Apenas motoristas que possuem a Carteira Nacional de Habilitação podem requerer a PID.

A PID é obrigatória? A resposta é não. Entretanto, todos os sites oficiais que consultamos recomendam que se tire o documento e o leve na viagem. A alegação é de que é um documento aceito nos 130 países signatários e também porque pode ajudar o motorista com a legislação local, com os agentes de trânsito, em casos de acidentes e infrações e em muitas outras situações.

Outra vantagem é na hora de alugar um carro ou moto. Com a PID em mãos, o viajante terá facilidades na checagem das informações pessoais e locação do veículo. Outros pontos positivos: a agilidade no atendimento em casos de acidente e a rapidez para receber o seguro.

Por ter as informações escritas em sete idiomas (alemão, árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, português e russo) facilitará a leitura dos dados do condutor pela autoridade de trânsito e a liberação pode ser muito mais fácil. Entretanto, a PID não é por si só uma autorização de condução de veículo, na medida em que as autoridades de qualquer país podem eventualmente exigir a apresentação da CNH aos condutores estrangeiros.

Como dissemos, a PID é apenas recomendável, mas não é obrigatóra. Com a própria Carteira Nacional de Habilitação, o condutor poderá guiar nos 130 países que formam a Convenção Internacional de Tráfego Rodoviário de Viena, o Principio de Reciprocidade entre países e também nos Estados Unidos. Neste caso, além da CNH, é necessário ter o passaporte em mãos.

Porém, em caso de uma infração ou acidente e o condutor estiver portando apenas a CNH, o órgão responsável do país poderá detê-lo e exigir a tradução desse documento em um consulado oficial e só autorizar a liberação do viajante depois que os documentos e as multas forem regularizados.

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito – Contran, o condutor brasileiro é proibido de dirigir todos os tipos veículo em qualquer outro país que não faça parte da Convenção de Viena ou do Princípio de Reciprocidade.

A PID é emitida pelo Departamento Estadual de Trânsito – Detran de cada estado, segundo a portaria número 25, de 31 de março de 2006, do Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Para obtê-la, o condutor deverá ter a CNH com prazo de validade vigente e não poderá estar com o documento suspenso. A validade é a mesma da CNH

A PID não é emitida para condutor habilitado somente com a Autorização para Conduzir Ciclomotor – ACC, ou seja, motonetas de até 50cc.

E é preciso tomar cuidado. Alguns clubes e agências particulares e não regulamentas pelo Denatran também emitem o documento, com a alegação de que estão dentro das regras da Federação Internacional de Automobilismo – FIA. A federação permite que clubes de serviços automobilísticos associados à entidade emitam o documento. Mas segundo as autoridades de trânsito, estes documentos não são legalmente válidos e podem ser apreendidos caso encontrados com um condutor.

O valor cobrado para emissão da PID varia de estado para estado. Nos sites dos Detrans que consultamos encontramos valores entre R$ 50,60 e R$ 106,00 (???). Alguns sites são bem confusos, mas nestes abaixo o documento pode ser adquirido pela internet e entregue em casa. Nos demais você deve se dirigir pessoalmente ao Detran local.

(Fonte: site www.viagemdemoto.com)

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O Seguro Carta Verde foi estabelecido através da Resolução n.º 120/1994, do Grupo Mercado Comum – GMC, órgão decisório executivo do MERCOSUL, para vigorar a partir de 01/07/1995. É um documento de porte obrigatório para condutores de veículos terrestres matriculados no país de origem em viagens internacional no âmbito do Mercosul. Cobre eventos ocorridos exclusivamente em país terceiro do MERCOSUL – Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil.

Apesar de ser conhecido como Seguro Carta Verde, ele é oficialmente chamado de Apólice Única do Seguro de Responsabilidade Civil. Ele cobre a responsabilidade civil dos condutores pelos danos pessoais e materiais causados a terceiros não transportados pelo veículo segurado.

Quando contrata este seguro, o condutor garante o reembolso, até a importância segurada, das quantias que tiver de pagar por ser civilmente responsável por acidente que causar:

  • danos pessoais, morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares;
  • danos materiais;
  • honorários de advogados de defesa do segurado e custas judiciais, até o limite de 50% da indenização paga, desde que o profissional seja escolhido e seus honorários sejam fixados de comum acordo com a Seguradora.

As importâncias seguradas são:

Cobertura Mínimo – US$ Limite – US$ *
Danos pessoais, morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares 40.000, 200.000,
Danos materiais 20.000, 40.000,

*No caso de várias reclamações decorrentes do mesmo acidente

Os riscos não cobertos são, de forma geral, os mesmos constantes das apólices de seguro de Responsabilidade Civil de Veículos que pagamos normalmente para circular no Brasil, dentre os quais: a direção em estado de embriaguez ou sob influência de qualquer droga; condução por pessoa não habilitada; danos causados ao próprio segurado, seus ascendentes, descendentes, colaterais ou cônjuge e pessoas que residam ou dependam economicamente do segurado, etc.

Na ocorrência de sinistro, a assistência e o pagamento é efetuado no próprio país de ocorrência do acidente de trânsito, através de seguradoras conveniadas e em moeda local. As seguradoras emitentes das apólices / certificados devem ter, obrigatoriamente, convênios com seguradoras dos demais países para o atendimento e encaminhamento dos sinistros (acidentes) porventura ocorridos e cobertos pelos seguros emitidos. Tem que ser caracterizada e comprovada a responsabilidade do segurado, para liberação de qualquer indenização.

Algumas seguradoras que operam com o Seguro Carta Verde no Brasil:

Pode ser contratado pelo período de permanência do veículo no país de ingresso, com vigência máxima de um ano.

O comprovante para porte é um Certificado Bilingüe, em original e sem rasuras que, obrigatoriamente, as seguradoras devem entregar aos segurados no modelo padrão aprovado.

A aceitação, prazos e custos do seguro dependem de cada seguradora e do número de dias que se vai permanecer em viagem por outro país. Abaixo os custos apurados com uma corretora:

Duração da Viagem até (em dias) Plano A – R$ Plano B – R$
3 48,00 76,00
5 69,00 112,00
7 87,00 144,00
10 112,00 189,00
15 146,00 251,00
30 216,00 378,00

O pagamento é feito junto às agências bancárias, observando-se a taxa cambial do dia da quitação.

(Fonte: site www.viagemdemoto.com)

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