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Archive for julho \30\+00:00 2010

Butecada sem Au! Au!

Até que enfim a moçada ficou mais seletiva e resolveu dar uma equilibrada na cachaçada, pois as últimas semanas tinham sido uma verdadeira briga de cachorro grande, uma latição doida e o pau estava quebrando pesado com a galera saindo do buteco praticamente nocauteada.

Saímos inclusive um pouco mais cedo do bar, eu tinha que buscar dona patroa no curso e Flinkas estava de carona comigo, saímos deixando Tonnel e Rominho ainda com o copo cheio, mas estava tudo sob controle.

Valeu a noite e o encontro com os amigos…agora e esperar a próxima semana.

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DADOS DA VIAGEM
 
 
 
Origem Belo Horizonte (MG)
Destino Maceió
Data da Viagem 25/12/2009 a 11/01/2010
Kilometragem 4.789 km
Pilotos e Motos Flinkas – Daytona 675
  Junior – Bandit 650N
  Tonnel – XT 660
  Marelo – Magna 750
  Ellen – Garupa Junior (600 km)
  Monalise – Garupa Marelo (600 km)
Carro Rominho e Mãozinha
Avião Ellen, Monalise, Claudine,
  Claudia, Beatriz e Chição

Esta viagem nos já realizamos em modo hi-tech total, com posts diários no blog http://www.doidodemais.com.br e mensagens no twitter (dominio e contas criados especificamente para está viagem…risos). Nossas familias e amigos aderiram e adoraram os posts e noticias e quando não enviávamos nada ligavam reclamando…foi doido demais.

Foi uma viagem muito maneira passando pelos estados de Minas Gerais, Bahia, Sergipe e Alagoas, sendo que fomos a uns 30 km da divisa entre Alagoas e Pernambuco.

Uma turma foi de moto, outra de carro e as mulheres de avião. Na volta Mona e Ellen se aventuraram a pegar um trecho de estrada conosco, cerca de 600 km entre Maceió e Salvador.

Curtimos demais a estrada, a estadia em Maceió na companhia do irmão China e sua familia (Ivete e Gabriel) e voltamos com a sensação de que foi à viagem.

Os detalhes de cada um dos dias da viagem podem ser acessados pelos links abaixo:

1° dia de viagem

2º dia de viagem

3° dia de viagem

4° dia de viagem

5° e 6° dia – Praia do Francês

7° dia – Praia do Gunga

8° dia – Reveillon e Praias de Maceió

9° dia – Maragogi

10° dia – Preparando para Salvador

11° dia – Saída de Maceió para Salvador

12° dia – Praia do Forte e Salvador

13° dia – Dia da Preguiça e Farol da Barra

14° dia – Descobrindo Morro de São Paulo

15° dia – Ainda em Morro de São Paulo e Retorno de Flinkas e Tonnel

16° dia – Preparando para voltar para Minas e 2° dia viagem Flinkas e Tonnel

17° dia – Saída de Salvador e chegada de Flinkas e Tonnel em BH

18° dia – Chegada em BH

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Retorno de Itacaré – Eu e Tonnel

Acordamos cedo na sexta-feira para aproveitar bem o dia na estrada, o objetivo era chegar até Nanuque. Tonnel começou a viagem em um ritmo frenético e animado, acelerando sem dó e tirando tudo que podia da XT 660. Não estavamos desesperados para chegar, mas queríamos fazer a viagem render e estávamos conseguindo.

Em um determinado ponto da estrada que não me lembro bem, fui fazer uma curva a direita e já olhando lá na frente para ver se não vinha carro não percebi que a curva tinha olho de gato em cima da faixa continua, quando resolvi abri a curva para fechar e não ter que frear passeio por cima de uns três olhos de gato e quase fui para o chão, como o Tonnel estava puxando nem viu. Depois disso, o aperto foi tanto por quase ter caido da moto a uns 130 km/h que minha pressão baixou, tive que parar e tirar a jaqueta e as luvas a fim de poder sentir o vento e continuar a viagem. Depois deste ponto todo caminhão que passava por nos no sentido contrário era uma tortura, pois jogava aquela areia fina na gente e eu somente de camiseta e colete dos Monges sentia o braço arder…risos.

Em Vitória da Conquista Tonnel pegou um caminho muito louco em meio a umas plantações de cana-de-açúcar para cortar caminho até Nanuque, e o mais engraçado era quando precisávamos pedir informação, as pessoas assustavam com a gente todo vestido de preto… parecia que iríamos assaltar a cidade ou matar todo mundo… as caras deles eram muito engraçadas, mas sempre davam as informações que pedimos certinho… risos.

Chegamos em Nanuque e descolamos um hotel que tinha uma churrascaria, doido demais…risos … depois de uma volta rápida pela cidade (a pé e nas proximidades do hotel) vimos que não tinha nada interessante onde poderíamos comer e tomar uma cerveja, então, voltamos para o hotel, pedimos aquele rodízio e comemos di cunforça… era o mesmo que fazer ninar… só acordamos no outro dia para seguir caminho.

Tonnel amanheceu com a mão no freio e não queria andar… e depois do ritmo do dia anterior eu queria era mais acelerar, então pulei na frente e puxei a fila, e num é que o camarada reagiu… risos… ele devia e estar com sono ou com preguiça de impor o ritmo, chegamos em Coronel Fabriciano na casa dos pais dele de boa. No outro dia terminamos de chegar em Belo Horizonte, sossegados e sem muito stress, ainda na parte da manhã para podermos descansar um pouco e começar no batente no dia seguinte.

Não tem jeito… estrada é mesmo uma adrenalina… quem gosta não consegui ficar longe dela… agora e esperar as próximas.

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Aventuras em Itacaré

Cabelo levantou cedo e foi buscar a Nara, Elisinha e a sogra dele em Ilhéis, aproveitamos para fazer um pequeno tour pela cidade e depois iríamos para praia, o Cabelo iria nos encontrar lá.

Descobrimos rapidamente que Itacaré era o paraíso mesmo, em todos os sentidos. Além do lugar ser maravilhoso não era obrigado o uso de capacete dentro da cidade, então, o que poderia ser melhor que andar de moto a beira-mar, sentindo a brisa batendo no rosto enquanto admirávamos a beleza da paisagem.

No primeiro dia de praia ficamos em Itacaré mesmo, na praia próximo ao flat que era ótima. Era baixa temporada então o movimento na cidade era pequeno e por conseqüência o atendimento era de primeira. O mais doido é que todo mundo queria vender tudo pra gente, andávamos na rua e parecíamos notas de dólares, a galera da cidade só via cifrão quando nos olhava…então tínhamos que ter cautela para não exagerar nos gastos, ainda mais porque havíamos acabado de chegar.

O mais chato é que na cidade não tinha 3G, então, o Cabelo não conseguiu mais enviar as fotos para o Flirck on-line, tentamos baixar as fotos em uma lan house mas eles não tinham leitor de cartão, então fiquei de mandar as fotos para o Cabelo atualizar tudo quando chegássemos em Belo Horizonte, sacanagem, estava muito massa olance de enviar tudo on-line.

  • Passeio em Itacarezinho

Resolvemos pegar as motos e ir até Itacarezinho, que é uma praia maravilhosa e fica antes da entrada da cidade, ainda na BR mas muito próximo de Itacaré.

Saímos eu, Tonnel, Marelo e Mona, cada um em uma moto e o Cabelo viria em seguida de moto e a Nara no carro com a turma. Tonnel puxou a fila e seguimos. Em um dado momento, como estava no meio do comboio vi que o Marelo foi ficando para trás, então reduzi para esperá-lo. Quando ele chegou perto perguntei o que era então ele me disse que ia ver se a policia rodoviária ia parar a gente (eu e Tonnel) por falta de capacete, senão parasse ele continuava, se parasse ele voltava para buscar…risos. E muito sacana né não…ia ver se a gente se fudia para depois ficar rindo…risos. O Tonnel vendo a gente parado voltou e decidimos voltar ao flat e pegar os capacetes. Encontramos com o Cabelo no meio do caminho, de moto, sem chinelo, sem camisa, sem capacete, ou seja, todo errado…avisamos mas ele decidiu seguir em frente.

Pegamos os capacetes e voltamos e de cara vimos a moto do Cabelo parada ao lado da guarita dos guardas, passamos tranquilos e ficamos imaginando o que tinha acontecido. Não o vimos em Itacarezinho, ele parou em uma praia antes dela.

Itacarezinho é maravilhoso, a chegada da praia e no alto, então de cara você para no mirante e admira a perfeição da natureza e a maravilhosa obra de Deus, vale a pena conhecer. Ficamos pouco tempo, chegamos tarde e as 17:00 hs eles começam a encerrar o atendimento.

Marelo e Mona tinham ido fazer uma caminhada e como precisávamos ir e eles não sabiam, peguei o trator do Tonnel (XT 660) e fui beira-mar encontrar os dois. Dei o recado e voltei. Na hora de sair da praia para onde ficam as mesas a areia era muito fofa e atolei a moto. Tonnel foi me ajudar e pediu para não acelerar, a moto estava sem paralama e sem querer acabei jogando area nele…risos. (A moto é pesada demais…que aperto e medo desse trem ficar agarrado…errei a mão feio no acelerador e joguei areia para tudo que e lado).

No retorno para Itacaré uma surpresa, o guarda já havia liberado a moto do Cabelo mas parou nos três. Pediu habilitação e documento das motos. Eu estava com tudo mas Tonnel e Marelo estavam sem os documentos das motos, então o guarda me liberou para ir buscar os mesmos e voltar para liberar meus amigos. (Quase fiquei junto porque estava de chinelo – dei sorte).

Peguei tudo e chamei o Cabelo para voltar comigo de carro, não queria arriscar. No caminho ele me contou que quando o guarda o viu na ida, fez sinal para parar. Ele pediu desculpa, disse que estava com a familia de carro e com a gente de moto, deixou a moto do posto da policia, curtiu a praia, foi direto no flat buscar capacete e roupas adequadas e voltou na policia para pegar a moto e a multa. Com Tonnel e Marelo não foi diferente, também tomaram uma multa básica e dessa vez somente eu escapei… risos.

  • Vontade de ganhar um abraço

Eu estava sozinho, com saudades da patroa e em um lugar muito maneiro, então durante o dia para destrair ficava brincando com a Mona e Marelo que eu estava carente e que precisa ganhar um abraço.

Saímos no dia para comer um rodizio de pizza e umas duas mesas a frente tinha duas meninas gatinhas, então fiquei zuando o Marelo e o Tonnel se eles pagavam meu rodizio caso eu conseguisse um abraço. Ficamos um tempão nessa até que eles toparam pagar sem que eu tivesse que pagar o rodizio deles caso não obtivesse sucesso em minha investida…risos. Tudo combinado e quando olho as meninas haviam pedido a conta e estavam indo embora…fiquei apenas na vontade de ir pedir o abraço.

Chegando de viagem contei a Ellen a história e aí ela me perguntou: "_ E se você tivesse ido lá e ganhado mais que um abraço?" Respondi todo sério: " _Veja bem, estamos chegando no Natal, você quer ganhar um belo sapato e acaba ganhando o sapato que queria e um vestido, você não ficaria muito feliz?".

Quase apanhei feio este dia… risos… que falta de senso de humor.

  • Passeio em Barra Grande

Queríamos andar de moto a beira mar e conhecer outros lugares, então, eu e Marelo que não estávamos com motos adequadas alugamos duas 125cc de trilha para irmos na Península de Maraú. A travessia inicial era de balsa e logo depois pegaríamos a estrada de terra já saindo da praia até Barra Grande.

Galera, quando colocamos as motos na estrada de terra, a areia era fofa, o que significa que as motos passaram a ter vida própria…risos. na primeira curva fui parar no meio do mato e um pouco mais a frente um dos carros que desceu da balsa junto com a gente estava atravessado na pista…era muito engraçado, não cair era quase impossível.

Não demorou muito e o Cabelo virou de pernas pra cima, sem saber porque…risos…em seguida Marelo ao assustar com o Cabelo caindo. Neste momento o Cabelo já resolveu voltar, e o Tonnel junto porque estava com o joelho bichado por causa de um tombo de moto.

Eu e Marelo resolvemos seguir, afinal, já tínhamos pago o aluguel das motocas o jeito agora era andar. Uns 6 quilômetros para frente acabou a estrada de areia e chegamos a terra firme, pegamos pela direita e seguimos sentido Barra Grande…era poeira e estrada ruim que não acabava mais.

Foi ficando tarde e por mais que a gente andasse não chegava em lugar nenhum, então, depois de um morro que era conhecido como morro do celular, resolvemos voltar. Avistamos Barra Grande de lá, mas infelizmente no outro dia eu tinha que pegar estrada e não tinha como dormir por lá senão Tonnel seguiria viagem sozinho.

Quando chegamos no ponto de travessia da balsa o camarada disse que iria demorar para ter balsa, e não tinha nem um buteco por perto, era só areia. Porém, o cara disse que era normal atravessar as motos de jangada, ficamos meio cabreiros e de repente me aparece um sujeito com a moto dentro de uma jangada vindo do outro lado…não pensamos duas vezes, colocamos as motocas numa jangada e seguimos em outra.

As motos ainda chegaram primeiro do outro lado e estavam paradinhas nos esperando, muito doido…risos.

Fomos devolver as motos e depois fui arrumar as malas para partir logo pela manhã. Pena que havia acabado porque estava bom demais…

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DADOS DA VIAGEM
Origem Belo Horizonte (MG)
Destino Itacaré (BA)
Data da Viagem 01/11/2008 a 16/11/2008
Kilometragem 2.937 km
Pilotos e Motos Cabelo – XT 660
Junior – CBR SR 450
Tonnel – XT 660
Marelo – Magna 750

Tonnel havia chegado da Europa no meio da semana e desceu para Mantena, onde iríamos encontra-lo para seguir até Guriri em São Mateus (ES), Porto Seguro, Ilhéus e finalmente Itacaré.

Saímos no dia 01/11 pela manhã com programação para chegarmos em Itacaré no dia 03/11, mesmo dia em que pegaríamos a Mona (esposa do Marelo) e a Nara e Elisinha (esposa e filha do Cabelo) no aeroporto de Ilhéus, e de lá seguiríamos até o paraíso natural de Itacaré. (Três dias de estrada, melhor que as mulheres irem no conforto do avião enquanto a gente se diverte pelas estradas deste Brasil de meu Deus).

  • 1º dia de viagem – destino Guriri-ES

O trecho até Coronel Fabriciano já era conhecido por todos e fomos tranqüilos, tinhamos apenas o compromisso de chegar em Mantena próximo do horário de almoço para pegar Tonnel e seguirmos viagem. Iriamos almoçar na casa do Leco (amigão do Tonnel – quase irmão). Em alguns momentos da viagem Cabelo e Marelo aceleravam como se estivessem passeando no bosque, devagar, olhando tudo ao redor e curtindo profundamente aquele momento e a sensação de liberdade, eu por outro lado, queria chegar, já havia feito uma viagem longa e sabia que se vacilasse e não mantivesse um ritmo chegar no destino do dia seria complicado.

Na estrada para Mantena e que o bicho pegou, as mangueiras estavam carregadas e os dois andavam mais devagar ainda, prestando atenção e contando quantas mangas maduras tinham em cada arvoré…risos…mais estava divertido ver os dois completamente relax e sem preocupações, neste ponto eu já havia entrado no clima dos dois. Chegando em Mantena, paramos em uma blitz para o guarda ver as motos…ele olhou os documentos e fez várias perguntas sobre cada moto, para onde estávamos indo, contou das motos que ele teve e depois nos liberou.

Em Mantena, paramos em um bar movimentado, pedimos uma cerveja gelada e ligamos para o Tonnel ir buscar a gente. A cerveja estava tão boa e estavamos tão relax que o Cabelo nem queria continuar a viagem naquele dia, queria ficar e conhecer a cidade…risos…quando Tonnel chegou colocou ordem na bagunça, fomos para casa do Leco almoçar e seguir viagem.

Tonnel puxou a fila e seguimos por uma estradinha simples mas muito maneira de pilotar até Guriri, onde os pais dele já estavam nos esperando. Tomamos um banho e para não perder o costume fomos procurar um bar para tomar uma cerveja e comentar sobre o primeiro dia de viagem. O bar era bacaninha, ficamos sentado do lado de fora e viamos apenas entrar gente e sumir para algum lugar que não tínhamos identificado onde seria. De repente começou a cair uma chuvinha leve, tínhamos que trocar de mesa, não tinha jeito, então resolvemos ver para onde a galera que havia chegado depois de nos foi parar. Não é que o bar era grande para caraca e os fundos estava repleto de gente e além disso estava começando um som ao vivo de reggae. Pronto, era este o lugar abençoado para começarmos as férias…risos. Curtimos o som e bebemos até tarde.

  • 2º dia de viagem – destino Porto Seguro-BA

O trecho até Porto Seguro era o mais curto da viagem, acordamos mais tarde e saimos ainda antes do almoço com intenção de chegar em Porto Seguro a tempo de ver o Grande Prêmio do Brasil de Formula 1, tinhamos que torcer para o Massa ganhar e o Hamilton não chegar entre os primeiros.

Paramos no posto para abastecer bem na saida da cidade e o Tonnel (que conhece bem o lugar e a 200 anos freqüenta Guriri…risos) tomou a frente da fila, bateu no peito e disse me sigam. Para esquerda o tempo estava bom e para direita o mundo estava desabando em água, Tonnel pegou para esquerda e aceleramos por quase 100 km debaixo de um chuvão louco até que o Cabelo viu no letreiro do ônibus que vinha em sentido contrário o seguinte escrito: “Feira de Santana”. Paramos as motos e perguntamos a um sr. que estava vendendo laranja: “_Estamos longe de Porto Seguro?” o sr. respondeu:”_ Para caralho, vocês estão próximos de Linhares e Vitória, Porto Seguro é para o lado de lá”.

Demos meia volta e paramos no posto de gasolina para encher o tanque das motos novamente. O Tonnel, queríamos fazer ele passar no corredor polonês, pelado para ficar esperto…risos. Voltamos o caminho todo de novo debaixo da mesma chuva, passamos pelo primeiro posto onde abastecemos quando saímos de Guriri, completamos a gasolina e pegamos o caminho certo…finalmente.

Não conseguimos ver a corrida, mas quando paramos para abastecer antes de Porto Seguro, corremos para ver a ultima volta e comemoramos junto com o Massa o titulo durante alguns segundos, pois na penúltima curva o Hamilton conseguiu fazer a ultrapassagem que lhe deu o titulo de campeão mundial de 2008 mesmo com a vitória do Massa.

Chegamos em Porto Seguro no final do dia, umas 17:30 hs e paramos direto na passarela do álcool. Pedimos uma cerveja e uma pizza a palito para comer alguma coisa e daí para frente foi só festa. A cidade estava vazia, era domingo e a galera de excursão já tinha vazado, então a cidade era nossa…risos…e nossa mesa virou o centro da bagunça na passarela do álcool.

O MC Pelé viu as motos paradas e foi conversar com a gente, ele era de BH também e chegou de moto, brincando e animando a moçada. Depois de uns bate papos foi embora. Quando assustamos parou outros amigos motociclistas, de Conselheiro Lafaiete do motoclube Águias da Liberdade, que estavam de passagem e subindo para Maceió. Eu conhecia o Ênio, um dos integrantes do grupo. A tempos átras ele havia levado um esqueleto de triciclo para um amigo nosso em Belo Horizonte. Ficamos todos ali conversando e bebendo.

De repente o maluco do Cabelo resolve fazer dredi (nem sei escrever essa merda…sei que é aquela parada que nego regaça seu cabelo e deixa um verdadeiro ninho que guaxininho…risos). A figura que ia fazer isso no cabelo dele disse que era rápido, coisa de 2 ou 3 horas no máximo, então ekla começou a fazer essa parada por volta das 22:00 hs e términou cerca de 06:30 hs da manhã.

Sei que não vi nada, lá pelas 03:00 da manhã eu vi um coqueiro passar voando sobre a minha cabeça e como estava completamente chapado e sem noção de nada peguei a motoca e pedi o Marelo para me levar para o hotel…apaguei geral depois de um banho e só acordei no meio da manhã para seguirmos viagem.

  • 3º dia de viagem – destino Itacaré

Lembro que vi a turma chegar cedinho, com o dia claro, voltei a dormir e acordei com o Cabelo conversando com a Nara. Ela teve problemas para embarcar e então viria no outro dia, sendo assim teríamos que pegar apenas a Mona em Ilhéus por volta das 14:00 hs.

Fomos tomar café no hotel umas 11:00 hs e até sairmos já tinha dado meio dia. Chegar em Ilhéus as 14:00 hs era missão para o Tom Cruiser pois era impossível, tínhamos muito chão pela frente. Como Marelo estava tranqüilo todos relaxaram e seguimos viagem, sabiamos que no final do dia estariamos em Ilhéus e no inicio da noite em Itacaré.

Pegamos uma balsa e passamos por umas estradas beira mar muito loucas neste dia (para cortar caminho), retas incríveis e o que tínhamos a fazer era acelerar e desfrutar de cada sensação possível da liberdade que era estar passando por aqueles lugares. Chegamos em Ilhéus e Marelo foi encontrar com a Mona enquanto o Cabelo foi alugar um carro, que seria usado para Mona ir para Itacaré e para buscar a Nara no outro dia no aeroporto. Eu e Tonnel ficamos do lado das motos pitando e conversando. Quando vimos a Mona de longe nos movemos para a direção dela e do Marelo, foi quando vimos ela com o dedo na cara dele…risos. Ficamos vendo de longe que o bicho estava tomando uma dura por ter deixado ela mofando no aeroporto por tanto tempo…risos…ele tentava justificar e tomava mais xingo…risos…bom que não era com a gente, então podíamos rir, longe da Mona claro.

Tudo resolvido seguimos para o ultimo trecho da viagem. A noite de moto era osso, os faróis não clareavam muito, com exceção da moto do Cabelo, então fomos seguindo o carro e ele até Itacaré. Chegamos tranqüilos porém cansados, mas estava valendo muito a pena cada momento. Ligamos para o camarado dos flats e fomos descansar da viagem.

A expectativa era acordar no outro dia e ver se o Marelo não iria aparecer todo quebrado e de olho roxo, a Mona estava brava demais ainda… risos.

Observação:
Essa foi nossa primeira viagem hi-tech…risos. A cada parada o cabelo ia postando fotos e comentários no Flirck e os amigos podiam ir acompanhando nosso viagem. Era muito legal.

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Em um dos nossos encontros tradicionais no Bistekão, em um sábado a tarde, tomando uma é beliscando uns tira-gostos da hora o Cabelo surgiu com a idéia de subirmos de moto até Itacaré na Bahia.

Ele iria sair de férias e queria aproveitar este período para curtir as duas paixões da vida dele, a familia e a moto, e o que seria mais perfeito que juntar a isso tudo alguns amigos que sentem o mesmo prazer em pegar a estrada e acelerar. Nascia a partir daquele bate papo a nossa viagem para Itacaré.

Marelo e Cabelo tinham 30 dias de férias, eu teria que conversar na empresa e ver se conseguia uma semaninha e o Tonnel ainda não tinha resolvido se era possível ir pois estaria voltando de uma viagem que iria fazer para Europa, mas a idéia estava lançada e só precisávamos costurar as arestas para fechar a melhor data para todos.

Cabelo providenciou tudo, fez as pesquisas de preço, lugares para ficar, determinou a data e fechou com Marelo de passar 15 dias em Itacaré junto com as esposas, por outro lado eu já tinha conseguido a folga e só fiquei na dependência de uma companhia para voltar comigo, não queria fazer a viagem de volta sozinho. Para minha alegria o Tonnel me ligou e disse que chegaria da Europa e que teria mais uma semana de férias, então, animava ir com a galera e voltaríamos juntos.

Definimos o roteiro e combinamos de encontrar com Tonnel em Mantena, seguir para Guriri, depois Porto Seguro e finalmente Itacaré. Fechou o pacote, o que começou em um bate-papo no bistekão se transformou em uma viagem à Itacaré na Bahia. Seria minha segunda viagem longa e a primeira dos outros três PP´s dos Monges (Cabelo, Tonnel e Marelo). Apesar de serem todos experientes em estradas e grandes viagens, seria nossa primeira viagem juntos de moto e logo de cara seria um viajão. É isso aí, lugar de Monges e na estrada.

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Não conseguimos encontrar com a galerinha de Vitória da Conquista novamente e acabamos não pegando as coordenadas de qual caminho fazer para voltar pela Chapada Diamantina, então, nosso guia China que conhece a região da Bahia como a palma de sua mão, pegou no fundo de uma gaveta um guia quatro rodas de 1997 e fez o roteiro da volta com a gente.

Lembro que quando estávamos montando o roteiro notei que o caminho que ele estava indicando estava todo tracejado no mapa, indicando estrada não pavimentada. Questionei e obtive como resposta algo do tipo, o mapa é velho, o governo da Bahia está investindo muito em turisto e pavimentou todas as estradas, está um tapete, não se preocupe.

A previsão era voltarmos no mesmo tempo da ida, ou seja, dois dias e meio de viagem.

  • 1º dia de viagem

Acordamos cedo, tomamos café da manhã no hotel, por volta das 06:00 da manhã, nos despedimos do China e caímos na estrada. Para variar tinha que chover e o que mais me impressionava era a força do vento que não deixava a gente andar em linha reta, a gente colocava a moto em cima da faixa e quando assustávamos estávamos próximo do acostamento.

Na primeira parada para abastecer, por volta das 07:30 hs, tomamos mais um café e comemos um mixto quente, sem imaginar que seria a salvação da lovoura durante o restante do dia.

Saindo do posto, logo a frente entramos para a rota da Chapada Diamantina e no primeiro trevo demos de cara com muitos buracos. Pensamos que era só aquele pedaço e seguimos em frente, ledo engano. A estrada era deserta e muito ruim, com muitos buracos, sem acostamento e sem qualquer tipo de movimento de carro. As cidades eram muito pequenas e a medida que a gente ia andando ficávamos mais preocupados porque não teríamos qualquer tipo de socorro em caso de algum imprevisto.

Passamos a abastecer a cada 100 km rodados a fim de evitarmos problemas, pois as cidades eram muito pequenas, algumas eram apenas vilas e não possuíam postos de abastecimento. Em um trecho maior percorrido, minha moto começou a falhar e vi que a gasolina estava para acabar quando de repente avistamos um posto de gasolina. Quando parei na bomba e mandei encher o tanque o frentista colocou exatos 11,2 litros e o tanque tinha capacidade para 12 litros… ufa!!! Foi quase!!!

Paramos em poucos lugares para tirar fotos em virtude da preocupação em conseguir chegar ainda com claridade em Mucugê, a maior cidade e com melhor estrutura que podíamos parar ao pé da Chapada Diamantina. Chegamos na cidade ao entardecer mas valeu a pena, as paisagens que vimos durante o dia eram mesmo lindas. O melhor neste dia foi chegar no restaurante e saborear um delicioso caldo de sururu e comer um grande e suculento file a parmegiana, afinal a ultima refeição tinha sido as 07:30 da manhã e já eram quase 20:00 hs.

  • 2º dia de viagem

Pela manhã demos uma volta rápida pela cidade a fim de curtir a paisagem e em seguida pegamos a estrada, afinal, queríamos chegar, mas ainda estávamos muito longe de casa. Aceleramos sem dó durante todo o dia com pequenas paradas para tirar algumas fotos em pontos específicos da Chapada Diamantina.

A sensação que ficou e que precisaríamos fazer uma viagem para conhecer a Chapada, pois era muito lindo tudo que vimos, e ficamos imaginando como seriam as cachoeiras e grutas que vimos nas fotos em Mucugê.

Neste dia Rominho rodou até Governador Valadares e eu acabei de chegar em Coronel Fabriciano. Marcamos apenas um ponto de encontro para seguirmos no outro dia até Belo Horizonte.

  • 3º dia de viagem

Fiquei esperando Rominho no posto de gasolina no bairro Cariru em Ipatinga e seguimos tranqüilos até Belo Horizontes. Chegarmos pregados, com caras de destruídos e a única coisa que eu queria era deixar a moto na garagem, cair na cama e dormir pelo menos uma semana direto, mas no outro dia já começava a trabalhar… estava com o corpo em bagaço mas com a mente limpa, tranqüila e pronto para qualquer outra viagem longa.

Visualize as fotos clicando aqui ou clicando no link Galeria de Fotos

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